Processo

Homologação de fornecedores sem planilha

Homologar um fornecedor é reunir, antes da contratação, evidência de que ele existe de fato, apresenta regularidade fiscal e trabalhista documentada, não figura nos cadastros públicos de sanção consultados e é conduzido por pessoas sem impedimento identificado. Na maioria das empresas isso ainda é feito à mão, consultando site por site e arquivando prints. A VDiligence organiza esse processo com agentes de IA e devolve um parecer auditável, com as fontes e as evidências de cada achado, para a decisão de um responsável.

As cinco etapas do processo

  1. 1. Cadastro do fornecedor

    Informe apenas o CNPJ. A plataforma busca razão social, situação cadastral, CNAE, porte, capital social e o quadro societário publicado na base pública da Receita Federal, sem redigitação. Quando a fonte pública está indisponível ou traz dados parciais, isso é registrado na verificação.

  2. 2. Coleta em bases públicas

    Sanções administrativas (CEIS, CNEP, CEPIM, acordos de leniência), PEP e CEAF, listas internacionais e mídia aberta, para a empresa e para os sócios identificados no QSA público. A cobertura é a que cada fonte publica no momento da consulta.

  3. 3. Conferência documental

    Os arquivos enviados no portal — PDF nativo ou digitalizado, PNG/JPEG/WebP, TXT/CSV e DOCX/XLSX — são lidos por IA, que extrai emissor, número, data de emissão e validade, e sinaliza documento vencido, ilegível, divergente do CNPJ analisado ou incompatível com o CNAE e a atividade declarada.

  4. 4. Análise por agentes especializados

    Agentes distintos avaliam integridade, risco documental, risco reputacional em mídia aberta e composição societária, cada um citando a evidência que sustenta o apontamento e o grau de incerteza quando existe.

  5. 5. Parecer e decisão humana

    O resultado é um parecer com classificação de risco, achados por severidade e recomendações. A homologação, a homologação com ressalvas ou a reprovação continua sendo uma decisão registrada por uma pessoa responsável.

No total são 27 etapas encadeadas, das coletas ao parecer final.

Homologação manual x homologação automatizada

Comparação entre a homologação manual de fornecedores e o processo automatizado da VDiligence
CritérioProcesso manualCom a VDiligence
Esforço por fornecedorConsulta site a site e arquivamento manual de printsColetas executadas em paralelo pela plataforma, com evidência anexada ao achado
CoberturaEm geral CNPJ e uma ou duas bases de sançõesCadastro público, sanções nacionais e internacionais, PEP, mídia aberta revisada e documentos enviados
SóciosVerificação parcial, quando há tempoSócios identificados no QSA público verificados a cada rodada
RastreabilidadePlanilha e prints soltos em pastasTrilha de auditoria com fonte, data da consulta e evidência de cada achado
RecorrênciaRevisão esquecida até o próximo contratoNova verificação quando a conta decidir, com histórico comparável

Documentos exigidos na homologação

Cada arquivo recebido é lido, datado e classificado pela plataforma, com sinalização de ilegibilidade, divergência ou validade vencida quando for o caso. São aceitos PDF nativo ou digitalizado, PNG, JPEG e WebP, TXT e CSV, DOCX e XLSX. Além dos requisitos configuráveis por contrato, o catálogo prioritário cobre CND federal, estadual e municipal, CRF do FGTS, CNDT, comprovante de INSS, alvará de funcionamento, licença ambiental, RNTRC/ANTT com CIOT e inscrição estadual:

  • CND de Tributos Federais e Dívida Ativa da União
  • Certidão Negativa de Débitos Estaduais
  • Certidão Negativa de Débitos Municipais (sede)
  • Certificado de Regularidade do FGTS (CRF)
  • Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT)
  • Comprovante de recolhimento do INSS
  • Alvará de funcionamento
  • Licença ambiental (LP/LI/LO)
  • Registro RNTRC/ANTT e CIOT
  • Inscrição estadual

O que muda na prática

  • O analista deixa de coletar dados e passa a decidir sobre riscos já organizados por severidade, com a evidência ao lado do achado.
  • A checagem de sanções cobre a empresa e os sócios identificados no QSA público, com conferência do documento em cada registro para reduzir confusão por homonímia.
  • Cada parecer guarda a fonte, a data da consulta e o texto avaliado, o que sustenta a decisão em auditoria interna ou externa.

Escopo, limites e o que não é prometido

  • Dados cadastrais e de QSA vêm de fontes públicas e podem estar incompletos ou indisponíveis. A ausência de um registro não comprova a inexistência do fato.
  • Mídia aberta e menções processuais são indicativas: passam por classificação de tier da fonte, resolução de entidade e revisão humana, e somente o vínculo confirmado pontua no risco. Não equivalem a consulta oficial nem a certidão negativa.
  • Consulta processual direta a tribunais, bureaus privados, API pública v1, SSO corporativo e observabilidade avançada estão fora do escopo em uso nesta fase.
  • Na fase de avaliação a conta trabalha com franquia fechada: 5 consultas completas, 5 homologações documentais e 1 fornecedor em monitoramento ativo, ativado por escolha explícita.

Comece pela primeira homologação

Informe um CNPJ e acompanhe a verificação sendo executada etapa a etapa.

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