Processo

Homologação de fornecedores sem planilha

Homologar um fornecedor é comprovar, antes da contratação, que ele existe de fato, está regular perante o fisco e a Justiça do Trabalho, não figura em cadastros de sanção e é conduzido por pessoas sem impedimento. Na maioria das empresas isso ainda é feito à mão, consultando site por site e arquivando prints. A VDiligence executa esse processo com agentes de IA e devolve um parecer auditável em minutos.

As cinco etapas do processo

  1. 1. Cadastro do fornecedor

    Informe apenas o CNPJ. A plataforma busca razão social, situação cadastral, CNAE, porte, capital social e o quadro societário direto na base pública da Receita Federal, sem redigitação.

  2. 2. Coleta automática em bases públicas

    Sanções administrativas (CEIS, CNEP, CEPIM, acordos de leniência), inidôneos e inabilitados do TCU, PEP e CEAF, listas internacionais (ONU e OFAC), processos judiciais e mídia negativa — para a empresa e para cada sócio identificado no QSA.

  3. 3. Conferência documental

    As certidões e licenças enviadas são lidas por IA, que extrai emissor, número, data de emissão e validade, e sinaliza documento vencido, ilegível ou divergente do CNPJ analisado.

  4. 4. Análise por agentes especializados

    Agentes distintos avaliam integridade, PLD/FT, risco jurídico, risco documental e capacidade societária, cada um citando a evidência que sustenta o apontamento.

  5. 5. Parecer e decisão humana

    O resultado é um parecer com classificação de risco, achados por severidade e recomendações. A homologação, a homologação com ressalvas ou a reprovação continua sendo uma decisão registrada por uma pessoa responsável.

No total são 18 etapas encadeadas, das coletas ao parecer final.

Homologação manual x homologação automatizada

Comparação entre a homologação manual de fornecedores e o processo automatizado da VDiligence
CritérioProcesso manualCom a VDiligence
Tempo por fornecedorHoras ou dias, dependendo da fila do analistaMinutos, com as consultas rodando em paralelo
CoberturaEm geral CNPJ e uma ou duas bases de sançõesCadastro, sanções nacionais e internacionais, PEP, judicial, mídia negativa e documentos
SóciosVerificação parcial, quando há tempoTodos os sócios do QSA verificados a cada rodada
RastreabilidadePlanilha e prints soltos em pastasTrilha de auditoria com fonte, data da consulta e evidência de cada achado
RecorrênciaRevisão esquecida até o próximo contratoNova verificação a qualquer momento, com histórico comparável

Documentos exigidos na homologação

Cada documento recebido é lido, datado e classificado automaticamente. O checklist padrão da plataforma cobre:

  • CND de Tributos Federais e Dívida Ativa da União
  • Certidão Negativa de Débitos Estaduais
  • Certidão Negativa de Débitos Municipais (sede)
  • Certificado de Regularidade do FGTS (CRF)
  • Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT)
  • Comprovante de recolhimento do INSS
  • Alvará de funcionamento
  • Licença ambiental (LP/LI/LO)
  • Registro RNTRC/ANTT e CIOT
  • Inscrição estadual

O que muda na prática

  • O analista deixa de coletar dados e passa a decidir sobre riscos já organizados por severidade.
  • A checagem de sanções passa a cobrir a empresa e todos os sócios, com confirmação do documento em cada registro para evitar homônimos e falsos positivos.
  • Cada parecer guarda a fonte, a data da consulta e o texto avaliado, o que sustenta a decisão em auditoria interna ou externa.

Comece pela primeira homologação

Informe um CNPJ e acompanhe a verificação sendo executada etapa a etapa.

Iniciar uma verificação